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Interior aconchegante da Trattoria Della Nonna com mesas de madeira e luz quente
Nossa história — desde Calabria

Receitas que
atravessaram
o Atlântico

Três gerações de cozinheiras calabresas. Uma mala com cadernos de receitas. E a certeza de que a comida feita com amor tem o poder de reunir famílias — mesmo a milhares de quilômetros de casa.

Foto antiga de Reggio Calabria, cidade de origem da família Mancuso

57

anos de
receitas

De Reggio Calabria a São Paulo

Uma mala cheia de receitas e muita saudade

Em 1989, Giuseppina Mancuso desembarcou no aeroporto de Guarulhos com duas malas: uma cheia de roupas, outra com os cadernos de receitas manuscritos pela sua mãe, Carmela, e pela avó, Rosa. Nenhuma das duas sobreviveu para ver a trattoria — mas suas mãos estão em cada prato que sai da cozinha.

Giuseppina abriu o primeiro balcão de massas no Mercado Municipal em 1994. Eram só quatro mesas e uma panela de água sempre fervendo. Em 2003, a Trattoria Della Nonna ganhou seu endereço fixo — e nunca mais precisou de propaganda. A fila falava por si.

"Cozinhar é o único idioma que não precisa de tradução." — Nonna Carmela Mancuso, 1967

Nossa linha do tempo

Cada ano, um capítulo
escrito com farinha e amor

67

1967 — Reggio Calabria

O primeiro caderno

Carmela Mancuso começa a registrar as receitas da família em um caderno de capa dura. Tagliatelle al ragù, lasagna della domenica, gnocchi di patate. Cada página, uma memória.

89

1989 — São Paulo

A chegada ao Brasil

Giuseppina Mancuso, filha de Carmela, imigra para São Paulo com os cadernos e um sonho. Trabalha em restaurantes italianos por cinco anos, aprendendo o paladar brasileiro sem perder a alma calabresa.

94

1994 — Mercado Municipal

As primeiras quatro mesas

Giuseppina abre um pequeno balcão de massas. A fila se forma no terceiro dia. Em seis meses, ela já não consegue dar conta dos pedidos sozinha — chama o marido e a filha mais velha para ajudar.

03

2003 — Endereço fixo

A Trattoria ganha um lar

Nasce a Trattoria Della Nonna no coração de São Paulo. Paredes de tijolo aparente, mesas de madeira maciça e o cheiro de manjericão fresco no ar. Em três meses, as reservas lotavam com duas semanas de antecedência.

Hoje

A terceira geração na cozinha

Sofia Mancuso, neta de Carmela, comanda a cozinha ao lado da mãe Giuseppina. Os cadernos originais estão emoldurados na entrada — mas as receitas seguem vivas em cada prato.

A chef

Sofia Mancuso — criada entre panelas e histórias

Sofia cresceu sentada no balcão da cozinha, vendo a avó dobrar massa com as mãos cobertas de farinha. Aos 14 anos, já sabia fazer o ragù de cor. Aos 22, formou-se em gastronomia em Florença — mas voltou para São Paulo com a certeza de que as melhores receitas já estavam nos cadernos de Carmela.

Hoje, Sofia lidera uma equipe de 11 pessoas e acorda às 5h30 para começar a produção diária de massas. Tagliatelle, pappardelle, gnocchi, tortellini — tudo feito à mão, sem máquinas, sem atalhos.

11 anos

à frente da cozinha

Florença

formação em gastronomia

5h30

começo do dia na cozinha

47 pratos

no cardápio atual

Chef Sofia Mancuso abrindo massa fresca artesanalmente na cozinha da Trattoria
Massa fresca de grano duro sendo preparada à mão Ervas frescas e ingredientes italianos importados usados na cozinha
Nossa filosofia

Três princípios que nunca mudam

Ingredientes sem atalho

Farinha 00 importada da Itália. Tomates San Marzano da Campânia. Azeite extra virgem da Calábria. Não existe versão econômica de um ingrediente que define o sabor.

Massa feita na hora

Toda manhã, 12 kg de massa são preparados à mão. Nenhuma massa fica de um dia para o outro. Se acabou, acabou — e isso é uma promessa de frescor, não uma falta de planejamento.

Mesa para todos

A trattoria é um lugar de encontro. Famílias, casais, grupos de amigos — todos são recebidos como se fossem visitar a casa da Nonna. A hospitalidade calabresa não tem hora marcada.